quarta-feira, 26 de agosto de 2009

As 11 leis imutáveis de criação de marcas da internet -segundo Al Ries e Laura Ries

Segundo Al Ries e Laura Ries existem 11 leis que devem ser tidas em conta na criação de uma marca de êxito na internet, que são as seguintes:



1. LEI DE UM OU OUTRO

A internet pode ser um negócio ou um meio de comunicação, mas não ambos

O mero acto de colocar uma marca num site web não a converte numa marca de internet. Existem marcas e existem marcas de internet, e as duas são bastante distintas. Para se criar uma marca de internet, não se deve considerar a internet como um meio de comunicação, mas sim como um negócio.

2. LEI DA INTERACTIVIDADE


Sem ela, o seu site web e a sua marca não irão a lado nenhum

Desde o começo da televisão, no início dos anos 50, que não assistimos a uma revolução tecnológica como a da internet. Durante algum tempo, o uso da internet duplicava literalmente todos os meses. Existe uma relação entre a internet e a televisão. E não há nada à face da terra que possa influenciar tantas pessoas de uma forma tão poderosa como a introdução de um novo meio de comunicação social.


Se a internet vai ocupar um lugar junto dos outros importantes meios de comunicação, será porque apresenta uma qualidade completamente nova. Acreditamos que a história colocará a internet como o mais importante meio de comunicação. O motivo é simples. A internet é o único meio de comunicação social que permite interactividade. Na internet, uma marca vive ou morre numa era interactiva. A longo prazo, a interactividade definirá o que funciona e o que não funciona na internet. O segredo para criar uma marca na internet depende da nossa capacidade para apresentar a marca de tal forma que os clientes e potenciais clientes possam interagir com a nossa mensagem. Teremos de descartar muitas das formas tradicionais de criar marcas.

3. LEI DO NOME COMUM


O beijo da morte para uma marca de internet é o nome comum

A decisão de marketing mais importante que temos de tomar é escolher o nome a dar ao produto. Na época do posicionamento o nome era importante. Na era da internet, o nome é essencial. Existem motivos para que assim seja. Na era anterior à internet, a marca tinha sempre uma componente visual. Embora o nome fosse um elemento importante, o aspecto visual tinha igualmente influência na compra da marca. A internet exclui o elemento visual. Para aceder a um site web, escreve-se uma palavra. Não existem imagens, não existem cores, não existe impressão, não existe aspecto e não existe localização.

4. LEI DO NOME PRÓPRIO


O seu nome está apenas na internet, é conveniente ter um bom nome

A abundância de nomes comerciais genéricos na internet transmite esperança às empresas que chegaram depois. Se for capaz de lançar um site web com uma boa ideia e uma boa marca, está numa boa posição. Pode esperar até que os nomes de sites genéricos desapareçam de vista de depois lançar-se e vencer. Não cometa erros relacionados com esta questão. O seu nome está apenas na internet e é, em oposição, o seu agente mais valioso. esta é uma das princiais diferenças entre a internet e o mundo real. Abaixo 8 conselhos para tornar eficaz um nome:
- O nome deve ser curto
- O nome deve ser simples
- O nome deve ser indicativo da categoria
- O nome deve ser único
- O nome deve ser aliterado
- O nome deve ser pronunciável
- O nome deve ser atractivo
- O nome deve fazer alusão a uma pessoa

5. LEI DA SINGULARIDADE


Deve ser evitado a todo o custo ser o segundo na sua categoria

Existe uma enoprme diferença entre criar uma marca na internet e criar uma marca no mundo real. No mundo real há sempre espaço para uma segunda marca. Há uma razão que explica o facto de duas marcas poderem ter uma vida rendível fora da internet, no mundo real. A existência de duas marcas deve-se a uma necessidade, não só do consumidor, mas também do comércio. O terminal aéreo, o supermercado, a drogaria, qa empresa que explora o centro comercial, inclusivamente o promotor imobiliário, interpõem-se entre o cliente e a marca. Estes intermediários ou, se preferir, o comércio, precisam muito das segundas marcas. Não se trata de uma necessidade de produto. Trata-se de uma necessidade de poder. Na internet nada se interpõe entre o cliente e a marca. Não há intermediários, não há comércio, não há promotores imobiliários, não há necessidade de ter poder frente ao líder. Como consequência, a internet parece mais um jogo de futebol ou um debate político. É a lei da singularidade. Não há lugar para o segundo.

6. LEI DA PUBLICIDADE


A publicidade fora da rede será muito maior que a publicidade na rede

Na internet o nome é tudo. Um meio sonoro como a rádio é perfeito para introduzir um nome de internet na mente. A publicidade pode ter uma importância crucial para conduzir os potenciais clientes até ao nosso website, mas depois de lá terem chegado, podemos esquecer-nos de os utilizar como forragem humana para as nossas mensagens publicitárias. Na internet a interactividade é a rainha. A publicidade é algo que os potenciais clientes suportam, não algo que procuram. A interactividade dá-lhes a oportunidade de escolher e, na nossa opinião, a maioria das pessoas utilizará esta oportunidade para eliminar a publicidade e aumentar a informação.
Se deseja criar uma marca na rede, não tente atrair publicidade para o seu website. Faça com que a sua marca seja uma fonte de informação que os potenciais clientes não consigam encontrar em nenhum outro site. Ou um lugar para comprar coisas a preços que não podem descobrir em nenhum outro lugar. Não utilize o seu website como uma desculpa para colocar publicidade que as pessoas já viram em jornais e revistas ou que ouviram na rádio ou na televisão. A internet é um novo meio de comunicação revolucionário interactivo. E quando as pessoas interagem com a publicidade, normalmente é para a eliminarem.

7. LEI DA GLOBALIZAÇÃO


A internet derrubará todas as barreiras, todos os limites, todas as fronteiras

Qual é a principal mensagem do meio internet? Na nossa opinião, a mensagem é "globalização". No final, a internet conduzirá os cidadãos do mundo a uma economia mundial interligada - "a aldeia global" segundo McLuhan. É muito provável que a principal tendência do século XXI seja a globalização. O que a internet produziu com grande esforço foi a aldeia global. O meio é a mensagem.

8. LEI DO TEMPO


Actue. Tem de ser rápido. Tem de ser o primeiro. Tem de centrar a sua atenção

A pressa dá origem a falhas, mas as falhas são muito frequentemente o ingrediente mais importante de um lançamento na internet. Se deseja ter êxito nos negócios... na criação da marca... na vida... tem de se tornar o primeiro nas mentes. Repare que afirmámos "mentes", não "mercado". O facto de chegar em primeiro lugar ao mercado não chega para conseguir tornar-se o primeiro nas mentes. Se desperdiçar esta oportunidade, preocupando-se excessivamente em conseguir que todos os pormenores estejam perfeitos, nunca voltará a ter outra (a perfeição conseguida num plano infinito não vale de nada).

9. LEI DA VAIDADE


O maior erro que se pode cometer é pensar que se é capaz de fazer tudo.

O êxito da empresa pode ser apreciado não só na parte inferior da conta de resultados, nos lucros; mas também na parte superior. O êxito da empresa aumenta o ego dos altos dirigentes. As empresas que têm um êxito enorme pensam que lhes é possível fazer tudo. Podem lançar qualquer produto em qualquer mercado ou realizar qualquer fusão. É apenas uma questão de ter força de vontade e recursos para concretizar a tarefa. A história não respeitou muito este tipo de mentalidade. A maior parte dos desastres de marketing das últimas décadas foram fruto de direcções que tinham uma confiança desmesurada em si próprias.

10. LEI DA DIVERGÊNCIA


Todos falam de convergência, quando o que está a acontecer é precisamente o contrário

Cada vez que surge um novo meio de comunicação, ouve-se o grito: "convergência, convergência!. Como é que se vai convergir este novo meio?"
Quando a televisão foi introduzida, surgiram por todo o lado artigos sobre a convergência da televisão com revistas e jornais. Caso isso tivesse acontecido, já não receberíamos as nossas revistas por correio. Quando quiséssemos um número de telefone, carregaríamos num botão no aparelho de televisão e o número surgiria no nosso ecrã. Quando a internet chegou, apareceu o mesmo tipo de artigos. Agora pode navegar na net enquanto vê televisão. Muitas empresas tentaram combinar a televisão, o computador pessoal e a internet. Tal nunca acontecerá. As tecnologias não convergem. Divergem.

11. LEI DA TRANSFORMAÇÃO


A revolução da internet transformará todos os aspectos das nossas vidas

A internet influenciará a sua empresa quer se lance na rede ou não. Que mudanças introduzirá a internet na nossa empresa e na nossa vida? O futuro é sempre incerto, mas seguem-se algumas previsões:


- As publicações em papel estão condenadas ao fracasso
- Os catálogos de papel enfrentam um futuro incerto
- Os sofisticados folhetos a cores tornar-se-ão extraordinariamente caros
- Os anúncios classificados passarão para a rede
- O serviço de correios não distribuirá tantas cartas
- Os serviços financeiros de todo o tipo passarão para a rede
- O negócio de entrega de encomendas aumentará de forma virtiginosa
- A venda retalhista na internet converter-se-á num jogo de preços
- A vantagem retalhista fora da rede converter-se-á num jogo de serviços
- Os motores de busca da internet perderão importância
- A internet mudará muitos aspectos do sector telefónico
- Na internet haverá limites de velocidade


fonte: Boost!

O seu negócio é uma parte importante da sua vida.

O seu negócio é uma parte importante da sua vida.
Quando você abre um negócio, você está fazendo muito mais do que registrar um número na Junta Comercial ou instalar uma empresa em determinado endereço. Você, na verdade, está transformando um sonho em realidade. Um sonho que pode ser só seu, de toda sua família ou de um grupo de colegas e amigos. Um sonho que ganha formas reais, graças à paixão empreendedora de quem sempre esteve envolvido com ele. Junto com a frieza dos números, convivem na gestão de um negócio sentimentos diversos, como fé, esperança e confiança. Por envolver aspectos humanos tão sensíveis, todo negócio merece ser tratado com respeito e cuidado. Ele traduz o direito legítimo de cada um de evoluir profissionalmente e compartilhar sua capacidade produtiva com os demais. É graças àqueles que se atrevem a empreender seus próprios negócios que são gerados empregos, que a economia se fortalece e o Brasil ganha o respeito do mundo. Por isso, todo negócio legal e ético deve ser estimulado a se desenvolver, através do uso dos mais modernos recursos técnicos compatíveis com ele. Ir em frente é direito sagrado de quem teve a determinação de dar o primeiro passo.

Toda grande empresa nasceu pequena.

Pense na maior empresa que você consegue lembrar.Naquela que está instalada em dezenas de países, empregando milhares de pessoas e movimentando bilhões de dólares. Pois essa empresa, como todas as outras, maiores ou menores, teve um momento determinante para a sua existência: o momento em que foi imaginada, em que alguém sonhou com ela e seu futuro. E que, em seguida, resolveu colocar esse sonho em prática, convencendo outras pessoas, buscando recursos, juntando familiares e amigos para trabalhar dia e noite, sete dias por semana, por muitos anos. Exatamente como ocorre com a sua empresa. A dedicação ao trabalho, a responsabilidade na condução dos negócios e a atenção à qualidade da produção estabelecem o traço comum que desenhou o sucesso das mais importantes marcas do mundo e que vai desenhar o futuro da sua. Hoje, o seu negócio pode ser pequeno porque é novo, mas certamente um dia ele será tão grande quanto o seu sonho de fazê-lo grande.

Marca, marca, marca.
Afinal, por que marca é tão importante?

Imagine se cada vez que você colocasse um produto para vender tivesse que contar toda a história dele de novo ou a cada dia que abrisse a porta da sua loja fosse como no primeiro dia, ninguém conhecesse. Ou seja, sem marca você está sempre recomeçando, por melhor que você trabalhe, por melhores que sejam as suas propostas. Nada do que você faz de positivo vai somando para a construção da sua imagem, fica tudo disperso. Porque é a marca bem trabalhada quem resume, num único símbolo, a reputação que você constrói todos os dias. Cuidada com profissionalismo, ela vai acumulando conceitos de qualidade e virando uma referência para as pessoas. Por isso, com uma marca forte, tudo fica mais fácil, rápido e econômico para você.
Quem agrega valor à marca cresce mais rápido.O que você tem feito para isso?

Quando abrimos um negócio somos movidos, antes de tudo, pela confiança de que temos capacidade de fazer bem aquilo a que nos propomos fazer. Isso é fundamental, mas não é tudo o que vai garantir o sucesso de um produto ou serviço. Afinal, muitos outros profissionais podem tera mesma idéia que nós tivemos e ser também capazes de fazer as coisas bem feitas. É aí que entra uma palavrinhachave para ganharmos a atenção do consumidor: diferencial. Quando nossas atitudes empresariais são guiadas pelo conceito de fazer as coisas de maneira diferenteda concorrência, promovemos um movimento criativo em nossa força produtiva. A verdade é que nenhum negócio vai em frente se não prestar bastante atenção no mercado. É preciso saber com clareza onde estamos atuando, se estamos em dia com a expectativa das pessoas sobre o que produzimos, se nos destacamos da concorrência ou se produzimos exatamente a mesma coisa que a concorrência, e, nesse caso, é preciso saber se conseguimos produzir a um custo menor e oferecer um preço mais conveniente. Sim, são exemplos de questões que, intuitivamente,muitas vezes já passaram pela sua cabeça. Mas que precisam ser organizadas para promover ações sistemáticas e efetivas dentro do seu negócio, com o objetivo de despertar no consumidor uma percepção de valor naquilo que produzimos. Isso se chama agregar valor e éo que faz o consumidor “comprar” a nossa marca, antes mesmo da aquisição efetiva do que estamos vendendo.

Você já conhece todo o tamanho do seu mercado?
Você sabia que há outros consumidores que também poderiam ser seus?

Nenhum negócio é aberto para vender tudo para todo mundo. Mas pode apostar: a maioria dos negócios vende para bem menos gente do que poderia. Inclusive o seu. E o motivo é a falta de se fazer algumas perguntinhas básicas: por que algumas pessoas compram minha marcae outras compram a do meu concorrente? Ou: por que o meu concorrente vende mais do que eu? E ainda: por que alguns clientes meus estão mudando para meu concorrente? Por que eu não consigo atrair os clientes do meu concorrente? Não há negócio que não se confronte comquestões como essas, seja grande, médio ou pequeno. A grande verdade é que você não precisa mais continuar vivendo esses dilemas. Existem técnicas capazes não apenas de detectar e antecipar-se aos movimentos dos consumidores como de evitar que eles ocorram. Um bomprograma de fidelização, por exemplo, pode inverter toda uma tendência de mudança de marca. O desenvolvimento de novas versões de seus produtos ou serviços pode fazer sua marca avançar muito sobre novos mercados. Mas, sejam quais forem as atitudes a serem tomadas e as ferramentas a serem utilizadas, nada disso pode ser feito aleatoriamente, na base do palpite. Qualquer decisão necessita, antes, de um estudo sério da real situação da sua marca no mercado e de quais as tendências desse mercado; de uma definição técnica sobre quem são os seus clientes e quem são seus clientes potenciais; do comportamento de seus concorrentes e das inovações que a atividade em que você atua vemdesenvolvendo e utilizando no mundo. É a organização desses dados que ajuda a otimizar o seu negócio, criando condições de produzir de maneira mais racional e, assim, viabilizar preços mais competitivos e margens mais interessantes. Enfim, ganhar mercado e crescer.

Qual é o limite da sua área geográfica de atuação?
Mas existem mesmo limites?

Você abriu o seu negócio acreditando no potencial de mercado do bairro ou dos bairros que compõem uma determinada região. E isso pode funcionar bem por algum tempo. Mas se você aposta unicamente no fato de ter sido pioneiro ou de não ter concorrentes está correndoum sério risco. A concorrência vem, sim, e o seu pioneirismo não vai significar muito se você não tratou de criar uma marca suficientemente forte para manter seus clientes, além de atrair outros, vindos de mais longe em busca da sua fama de qualidade. As pessoas estão sempre dispostas a buscar produtos ou serviços onde percebem que vão obter vantagens com isso. Assim é o mercado: da mesma forma como a concorrência persegue o consumidor da região em que você está, cabe a você fazer a mesma coisa em outras regiões. A verdade é que a criatividade na construção da marca não conhece limites geográficos e procura os clientes potenciais onde eles estiverem.
Você está seguro sobre quem são, realmente,seus concorrentes?

Você pode achar que seus concorrentes são aquelas empresas que fazem a mesma coisa que você faz. Mas esses são apenas os seus concorrentes diretos. Por serem concorrentes diretos, fica bem mais fácil identificá-los, medir o grau da ameaça que representam e estabelecer as ações necessárias para enfrentar sua concorrência. No entanto, há também os concorrentes indiretos. E estes costumam se apresentar de diversas maneiras, inclusive sob belos disfarces. Certos modismos que são lançados, propondo mudanças de determinado hábito de consumo, por exemplo, podem afetar o desempenho do seu negócio se você não estiver bem orientado para se adaptar às novas tendências. É preciso estar muito atento e bem assessorado tecnicamente para fazer os movimentos certos no mercado. Só assim saberemos fazer as coisas certas para enfrentar a concorrência com uma marca forte.

Depois de todas essas reflexões é hora de se perguntar:
o que a propaganda pode fazer pelo meu negócio?

Qual é o papel básico da propaganda na vida de um negócio? Dar sentido a ele, na medida em que as pessoas ficam sabendo da sua existência. Foi desse princípio, simples e lógico, que nasceu a propaganda. Da necessidade fundamental que cada negócio tem de vender o que produz. Na verdade, propaganda e vendas são irmãs inseparáveis. É a propaganda que transforma intenções de empresários em iniciativas de consumidores. É a propaganda que lembra e avisa o mercado de que seu negócio está fazendo alguma coisa realmente diferente, quetraz vantagens imperdíveis e que vai justificar o interesse de seus clientes potenciais. É a propaganda que associa sua marca a informações relevantes para esses mesmos clientes e consolida na mente do consumidor os conceitos adequados para construir uma marca realmente fortepara seu negócio. Enfim, é a propaganda que desperta o consumidor para a sua marca.

Propaganda custa caro?
Não.

Caro é investir em produção e ninguém ficar sabendo. Portanto, se propaganda ajuda a vender, fazer propaganda é um grande negócio. No entanto, você precisa ficar sabendo que existe uma diferença enorme de investimentos em propaganda entre os negócios pequenos e os grandes grupos que precisam vender, ao mesmo tempo, no país inteiro. Se este não é o seu caso, certamente o seu investimento não precisa ser o investimento que eles fazem. Eles gastam milhões para falar com milhões de pessoas. Você só precisa falar com o seu mercado, comseu público-alvo, portanto não precisa desperdiçar dinheiro com quem nunca vai ser seu cliente. Só aí jáexiste uma diferença considerável de investimento em propaganda. E tem outra coisa: mesmo no seu mercado, você não precisa começar por cima. Às vezes, ganha mais quem come pelas beiradas, avança aos poucos, vai devagar e sempre. Se você não pode dar um salto muito grande logo, comece pelo começo. Mas nãodeixe de dar o primeiro passo. Só assim você vai sair do lugar e seguir em frente.

Quer um conselho para ganhar mercadocom propaganda? Procure alguém do ramo.
Quando se fala em agência de propaganda, a primeira imagem que deve vir à sua cabeça é a de empresas que cobram muito caro, que trabalham com artistas famosos, com grandes verbas, e que nunca vão se interessar por um negócio pequeno como o seu. E, no caso de se interessarem,vão querer cobrar sempre mais do que você pode pagar. Isso, no fundo, é um mito que se criou, porque os publicitários, além de saber vender as marcas dos outros, também sabem se vender muito bem, já que vender imagem é o negócio deles. Mas, se você conseguir olhar para a propaganda sem nenhum preconceito e esquecer a espuma de glamour que envolve o negócio, vai descobrir um bocado de gente seriamente interessada em fazer a sua marca valer mais do que vale hoje e vender mais do que vende hoje. São empresas competentes e profissionalmente preparadas para atender clientes de todos os tamanhos. Você vai descobrir que, em propaganda, as coisas também são proporcionais. Em todos os mercados existe uma agência na dimensão exata para dar a você o atendimento que você necessita nas condições que a sua verba comporta. Faça essa experiência: procure uma agência associada à ABAP. Você vai ver que propaganda é um trabalho duro de gente séria.

Você é pequeno, hoje.
Quem apostar no seu crescimentocresce junto.

Você pode até se perguntar porque uma agência de propaganda estruturada e de qualidade se interessaria por uma verba pequena como asua. A resposta não é difícil de dar. Simplesmente porque um profissional de propaganda de visão é capaz de perceber todas as potencialidades de um negócio promissor tocado por alguém preparado para fazê-lo crescer. É isso mesmo: há negócios que estão prontos para crescer, sófalta propaganda. Não há novidade nenhuma nessa afirmação. São muitos os casos de grandes marcas internacionais que eram apenas uma boa idéia quando nasceram e que os investimentos em propaganda transformaram em negócios milionários. Hoje, quando a gente olha paracertas marcas dá até medo. Mas não esqueça de que qualquer um deles – Coca-Cola, McDonald’s e outros – já foram um dia exatamente do tamanho que você tem hoje. Isso quer dizer que você deve procurar uma boa agência de propaganda se realmente acredita que o seu negóciopoderá ser verdadeiramente grande um dia.

Basicamente, qual é o papel de uma agência de propaganda?

Em primeiro lugar, o papel de ajudar você a formular um plano de comunicação. Plano que vai contemplar tudo aquilo do que estivemos falando até agora. E que depois vai desenvolver as peças publicitárias que vão traduzir, criativamente, para o consumidor, as vantagens queo seu negócio tem para oferecer. É o poder criativo da sua agência a arma mais poderosa que você tem para enfrentar seus concorrentes. Além de criar, sua agência vai ter a função de controlar a qualidade da produção das peças publicitárias e a viabilização dos custos maisadequados, através de uma tomada de preços entre fornecedores confiáveis. Finalmente, a agência vai cuidar de colocar você na mídia da maneira mais conveniente, tanto em termos de custo como de audiência. Para isso, ela está capacitada para identificar os meios mais adequados para falar com o mercado que interessa ao seu negócio, evitando desperdícios e otimizando ao máximo o seu investimento. É assim que trabalha uma boa agência de publicidade. Seja qual for o seu tamanho, seja qual for o tamanho do cliente.

Como funciona, na prática,
a relação cliente-agência?

Você deve se relacionar com os profissionais de publicidade escolhidos para cuidar da sua comunicação da mesma forma como se relaciona com outros profissionais que cuidam de assuntos que são importantes para você, como a sua saúde e o seu dinheiro, por exemplo. Deve ser uma relação pautada pela absoluta transparência, inclusive no que se refere aos pontos fracos da sua marca e as vantagens das marcas concorrentes. Você deve falar claramente dos problemas identificados em seus produtos e serviços e dos motivos deles ocorrerem. É muito importante também que você aponte seus objetivos. Se isso tudo não está muito claro para você, fale também. Só assim a sua agência terá condições de preparar uma proposta adequada às suas necessidades e fazer as recomendações mais seguras para cumprir um plano de metas. E o que é muito importante: tudo o que for apresentado será discutido com você, ponto por ponto, para que você aprove todas as sugestões com absoluta segurança.

Como se paga os serviços da agênciae como saber que o pagamento é justo?

A remuneração de uma agência de propaganda é absolutamente clara e está prevista em lei, a Lei 4.680. É a sua agência quem planeja a presença da sua marca na mídia, reserva e compra, em seu nome, os espaços. A remuneração da agência se dá através de descontos concedidos pelos veículos de comunicação, descontos que só podem, legalmente, ser concedidos para as agências de publicidade. Na área de produção, a agência indica os fornecedores mais compatíveis em termos de custo e qualidade. Depois de apresentar e discutir os orçamentos com você, a agência, quando possível, volta a negociar os custos com os fornecedores, sem prejuízo da qualidade. Na produção, a agência se remunera com uma taxa de 15% aplicada sobre o custo final apresentado pelo fornecedor. E a agência fica responsável pelo acompanhamento do trabalho até o final, garantindo o melhor resultado para você. Os custos da agência, relativos a criação e finalização das peças publicitárias e outros serviços internos obedecem a uma tabela desenvolvida pela ABAP juntamente com os sindicatos e que deve ser apresentada a você antes que se comece a desenvolver qualquer trabalho. Como você vê, a remuneração da agência, em todas as áreas, é um assunto absolutamente transparente, regido por lei e acessível a qualquer momento por qualquer interessado. A melhor maneira de fazer com que seu investimento em publicidade ofereça o melhor custo/benefício é preparando se internamente para confirmar a expectativa que a campanha da sua marca vai criar no consumidor. Lembre-se: uma boa campanha de publicidade induz o consumidor à experimentação. Quem tem que fazer o consumidor gostar da experiência é você.

fonte: http://webserver.4me.com.br/wwwroot/abap/